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7º Open internacional de parapente do Douro Superior

Cartaz Open Parapente Douro Superior 2010

O clube de voo livre e aventura “Ares da Minha Serra” em parceria com a Federação Portuguesa de Voo Livre, promovem, de 22 a 25 de Julho de 2010, o 7º. Open Internacional de Parapente do Douro Superior, em Torre de Moncorvo.

Trata-se de uma competição da Federação Aérea Internacional que pontua para o Ranking Mundial de Pilotos.

Situada no coração do Nordeste Transmontano, no distrito de Bragança, Torre de Moncorvo é uma vila repleta de história e tradições. Desde o ano de 2002 que Torre de Moncorvo faz parte do roteiro de voo livre a nível internacional. São muitos os visitantes que se deslocam esta capital de concelho por ocasião dos eventos associados ao voo livre. Este evento tem o apoio da Câmara Municipal e Junta de Freguesia de Torre de Moncorvo, Rádio Torre de Moncorvo, entre outros parceiros.

 

248.3 KM by NUNO VIRGILIO!!

nunomexico


.. e já voltei. À 1:20h da manhã estava de volta no Vale de Amoreira com o Miguel. Se não fosse ele, eu não me tinha mandado!
Obrigado ao Clube Vertical por desenvolver o spot e especialmente ao grande Miguel pelo apoio personalizado! 

Quando vi as previsões do Vítor fui confirmar o skew-t pra ver o porquê do "razoável a bom". o tefigrama parecia bastante bom, embora com algum vento de Norte, o que é sempre (sempre mesmo?) chato. em todo o caso, ia haver nuvens, boa térmica, tecto razoável.. e o vento é bom pra nos levar longe. 

Por coincidência ia estar na Covilhã nesse dia por isso despachei as reuniões cedo e siga pra serra.
Poderia ter descolado mais cedo, pois já tinha rodado a norte, e tava muito tapado. quando descolei não se subia e andei a ladeirar na encosta do skiparque. o máximo que dava era os 1400, tudo á sombra, ventinho.. ora bolas.. cheguei atrasado -pensei. 
Mesmo assim, mandei-me para a encosta de Verdelhos, á espera de uma aberta de sol que me fizesse subir um pouquito mais, ou que derivasse numa bolha para o fim do vale, onde bomba sempre. népia.. baixo, rasteirinho, só dava mesmo os 1400 com mta deriva. 

"Que se lixe, pelo menos dá pa chegar ao aeródromo da Covilhã, não vou já pro chão" deu, e deu pra continuar.. a rapar sempre, enrolava as bolhecas junto ao chão, sempre a ver qual era o campo onde ia aterrar. mas a coisa lá ia funcionando e passei o Zêzere.
organizou-se qualquer coisa já nos campos onde eram os golos do Fundão nas mangas da Covilhã há uns anos.

(Nos golos bomba sempre!!) e finalmente a chegar á Gardunha apanho o canhão: +6 até á nuvem, a 2200. a partir daqui a cena mudou radicalmete, foi sempre a abrir! muita nuvem a permitir andar a direito, subir sem enrolar e ainda pra mais a carregar no pedal.
o Miguel vinha a seguir, a dar a dica ao rádio, o que dá bastante confiança qd se está sozinho por isso achei que ia explorar o dia ao máximo -" plos menos uns 100kmzinhos há-de dar :)" A mega nuvem na zona de Lardosa/Castelo Branco (70kilos) acabou por ser demasiado grande e acabou a chupa, cortando tb a actividade térmica pelo que tive um ponto mais baixo perto do Retaxo, aterrar não era um problema: pelo menos come-se bem na tasca! :D 
Mas aqui saquei mais uma bem redondinha outra vez lá pra cima.
daí até Nisa (110kilos) foi um tirinho, transições a 60-70 com o acelerador metido, o Miguel quase não conseguia acompanhar com o VerticalMobil.
Esta rota já era minha conhecida de há uns anos - ajuda saber que a estrada segue sempre recta e há aldeias de 10 em 10 km.. a estrada de nuvens estava ali toda montada e não havia nada que saber, foi o voo clássico, de umas pras outras. o tecto subiu pra 2500, a térmica continuava boa, era só sondar a zona qd começava a zerar, centrar bem e transitar novamente pra próxima.
aproveitei pra sacar umas fotos, beber uma aguinha e tal. O Miguel começava a dizer que "cheira a record" mas pensei que ia ser difícil.Imaginar 120km pra frente desmotiva um bocado mas.. ainda era cedo.. lá no fundo comecei a focar nisso.

depois de Estremoz (170kilos), acabaram as nuvens. só uns farrapos que desfaziam rápido, na frente, indicavam que o dia ainda não tinha morrido e onde estavam as ascendentes. passei pertinho de Évora e aqui perdi o apoio do Miguel pois o meu PTT não funcionava, conseguia ouvir mas emitir.. tá quieto. zero, nicles.
Estávamos a comunicar na base do "se já passaste este sítio assim-assim, patilha 3vezes.. :) hi-tec, portanto.
ele aqui desviou mais para a zona onde o PMoreira tinha aterrado no ano anterior, e eu a patilhar só 2x pra ver ser ele perguntava alguma cena que pudesse indicar que ia noutra direcção.
"ok, siga. logo se vê." depois desta zona o terreno já não me era familiar por isso não tinha bem a noção da minha posição, tinha o Alqueva bastante á esquerda e muitas outras barragens mais pequenas por todo o lado, o dia começava a acalmar mas mesmo assim forcei as transições com o acelerador.

subi na última térmica exactamente na marca do meu voo do ano anterior (216kilos) e como o dia já ia avançado, achei que ia ser a última, foi aproveitar o +3 constante até lá bem acima e vamos a isto, só preciso de mais 15 pra passar o do Pedro. na última transição foi só escolher a melhor rota, passar mais aquele monte, avaliar a vila na frente (vinhas por todo o lado) e escolher o campinho, não se descia com aquele efeito da bolha de calor no chão e com paciência ainda teria dado mais um bafinho, mas continuei. já chega! :D 

Qd aterrei parecia que tinha ido com o live tracking! já toda a gente sabia! xiça, um gajo não pode ir voar tranquilamente e ter alguma privacidade, vêm logo melgar a saber qts kilos e qt tecto e mais não sei o quê.. :)
na aterragem apanhei uma boleia altamente, o sr António ofereceu a bela da cervejola fresquinha e já me estava a oferecer pra jantar uma sardinhada, tomar um banho, dormir lá, casar com a filha, herdar as propriedades e a pensão, e tudo e tudo e tudo. o Miguel chegou pouco depois e foi a festa. o regresso ia ser longo.

por Nuno Virgílio (fonte:Atira-te ao Ar! )

 

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O Vale Glaciar do Zêzere, em Manteigas, e o Vale do Douro, que abrange Figueira de Castelo

 Rodrigo, estão entre os 21 finalistas do concurso “7 Maravilhas Naturais de Portugal”.

 A votação está “on-line” até ao dia 7 de Setembro. Os interessados podem votar “on-line”,

 por telefone ou SMS. As 21 Maravilhas estão agrupadas em grupos de três, em sete categorias distintas.

O Vale Glaciar do Zêzere, candidatado pela Câmara de Manteigas, foi um dos eleitos na

 categoria Grandes Relevos, concorrendo com a Paisagem Vulcânica da Ilha do Pico e o

 Parque Natural da Arrábida.

Para votar nesta Maravilha basta ligar 760 3027 06 ou enviar SMS para o 706, ou através da

 internet. Enquanto, o Vale do Douro, candidatura multi-concelho e multi-distrito, é a finalista na categoria das Zonas Aquáticas não Marinhas, juntamente com as Portas de Ródão (Vila Velha

 de Ródão) e a Lagoa das Sete Cidades (Açores).

Para votar nesta Maravilha basta ligar 760 3027 18 ou enviar SMS para o 718, ou também

através da internet. A votação pública está a decorrer e prolonga-se até 7 de Setembro.

Sendo que os vencedores serão conhecidos a 11 de Setembro, numa cerimónia que vai

 decorrer nos Açores, na Lagoa das Sete Cidades. Toda a informação sobre a votação está em http://www.7maravilhas.pt/.

As Maravilhas da região precisam do seu voto!

 

 

Ocorreu entre 13 e 16 de Maio a I Competição de Parapente do Douro Internacional, prova que abriu o ano de Competições em Portugal!

Apesar de se ter voado apenas uma manga, o Vertical acabou em grande!!


Assim, as classificações aqui da malta são as seguintes:

  • Pedro Moreira ()
  • Alexandre Agostinho (8º)
  • Pedro Lacerda (15º)
  • Rui Nascimento (21º)
  • Tabanez Fonseca (40º)

Clubes:

  1. Clube de Voo Livre Vertical (2548)
  2. Clube de Montanhismo da Arrábida (2083)
  3. Associação de Parapente do Algarve (1709)

 Pódio

podio

Pedro Moreira (Clube de Voo Livre Vertical)

Miguel Diaz (Masseis - Espanha)

Cristiano Pereira (Clube de Montanhismo da Arrábida)

 

Vertical na UTAD

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No dia 21 de Abril decorreu na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro um Workshop de Parapente com a participação de alguns elementos do Clube Vertical.

Iniciou-se com uma parte teórica, onde o Vítor Baía deu a conhecer as generalidades do parapente numa palestra que durou cerca de 1h30.
De seguida, era suposto que todos os participantes passassem pela experiência dos inflados nos campos desportivos da Universidade, mas como a chuva não deixou, a parte prática passou para um pavilhão.
O João Pinto e o Ciby ainda tentaram fazer inflados dentro do mesmo, mas a altura do tecto não o permitiu. Apesar de os participantes não terem passado pela experiência de inflar uma asa, acabaram por ficar a conhecer o material de perto e com vontade de experimentar!

Estiveram presentes cerca de 30 alunos da UTAD e a tarde correu muito bem!

A divulgação da modalidade no seu melhor ;)
 
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